ORIXÁ IANSÂ


Conta a lenda que iansã era uma das esposa de xango,mas diferente das outras duas que era obá e oxum ,iansã era mais teimosa e tinha espirito desafiador um belo dia ela resolveu pegar para sí os cristais de xango os quais controlavam as almas ,xango percebendo que tinha sido roubado foi consultar o ifá que lhe disse que uma das esposas o havia traído lhe roubando os cristais então seguio o conselho dado pelo ifá chamou as suas três esposas e perguntou quem tinha roubado os cristais então iansã foi abrir a boca para falar que não havia sido ela e saio raioz pela sua boca então xango logo percebeu quem foi a culpada antes que xango pudesse castiga-la ela fugio para as matas.E levou com ela os cristais é claro e tornou-se uma condutora de eguns.
Em outra lenda diz que a iansã teve três filhos com xango mas ela não tinha geito,nem paciência com crianças então resolveu deixa-los e oxum criou os filhos da iansa com muito carinho e amor.Deve ser por isso que os filhos da mãe iansa não tem paciencia com crianças.                                                                                                      A mãe iansã regente do tempo ventos e ventanias, ajuda nas causas amorosas é o orixa que corresponde a aliança,nas construções,e tambem nas demandas.
O filhos de iansã são geralmente verdadeiras ventanias mudão de humor com muita facilidade,geralmente são pessoas alegres notáveis , amigos verdadeiros ,batalhadores e é claro  adoram crianças mas não tem muita paciência.
Na nação cabinda temos a iansã,a oya dirã,oya timboa,oya dilayn,oya niqué.
cores:vermelho e branco

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ORIXA XANGÔ



Xangô é o quarto Orixá e o Rei do Orumalé. Dono da Justiça, das Pedreiras e dos Trovões, Xangô é um Orixá de Força e de Guerra. Carrega em suas mãos o machado de 2 lados e a Balança que representam a Guerra e a Justiça. Conta a lenda que Xangô fora casado com Obá, Oxum e Yansã. Obá já era uma mulher mais madura e tinha muito ciúmes de Oxum, o que gerava um relacionamento bastante conflituoso entre elas. Oxum, muito astuta, sugere que Obá corte sua orelha e coloque na comida preferida de Xangô porque ela já teria feito isso e ele havia apreciado muito. Obá segue o conselho de Oxum e oferece o Amalá (comida predileta dele) com a sua orelha. Xangô enfurecido, fica pasmo com a ousadia de Obá ao oferecer sua orelha no Amalá e enojado de Obá. As piores palavras possíveis ele diz a Obá, ela tenta explicar o acontecido mas ele não dá ouvidos e atira o Amalá nos pés dela.
Com Oxum, Xangô teve dois filhos: Xangô Agandjú de Ibedji e Oxum Epandá de Ibedji. Na Cabinda são cultuados igualmente como os outros Orixás.
A forma de saudarmos Xangô é CAÔ CABECILE. O dia da semana de Xangô é a terça-feira. As cores de Xangô Agandjú Ibedji são todas as cores exceto o preto, Xangô Agangjú e Agodô as cores são o vermelho e o branco.


ORIXA IBEJI

 Orixás crianças. Poderosos. São brincalhões, mas trabalham tanto quanto os outros orixás. Suas cores são todas. Comem bolo, cocadas, manjares, caruru, balas e doces. Adoram água com açúcar, mel e guaraná. Seu dia é o domingo. Suas frutas são melancia, banana, maçã, pêra e melão. Seus elementos são os brinquedos e tudo ligado às crianças.

Xangô e Iansã tiveram filhos gêmeos, os Ibejis.  As crianças eram lindas e cresciam fortes para alegria e orgulho de seus pais.  Houve, porém, na cidade em que viviam, uma peste avassaladora que infectava e matava crianças em poucas horas.
Para desespero de Iansã, um dos gêmeos foi vitima da doença e morreu sem que ninguém pudesse fazer nada para salvá-lo.
Iansã, a partir desse dia, entrou em profunda depressão, a vida já não apresentava motivos para seguir adiante. Soprou o vento que sempre trazia, para longe e já não comandava as grandes tempestades que passaram a destruir de forma implacável todas as terras.  Em um de seus desvarios, arrumou um boneco de madeira e vestindo-o de maneira esmerada, colocou-o num lugar de honra em sua casa. Era o canto sagrado que ninguém podia transpor apenas ela podia ali entrar acompanhada de sua mágoa e dor.
Todos os dias entregava um pequeno presente aos pés da imagem e chorava copiosamente enquanto conversava como se fosse seu pequeno filho. Olorum, ao ver tamanha tristeza, teve tanto dó da mãe sofredora, que uma lágrima pura e límpida caiu de seus olhos exatamente sobre a cabeça do boneco. A pequena gota mágica fez o menino reviver e Iansã teve seu filho de volta.
Ainda hoje os Ibejis com sua alegria infantil. correm pelos jardins do Orum, sempre observados com doçura pelo amoroso olhar materno da grande guerreira